Member State report / Art8-2024 / 2024 / D1-F / Portugal / NE Atlantic: Macaronesia

Report type Member State report to Commission
MSFD Article Art8
Report due 2024-10-15
GES Descriptor D1 Fish
Member State Portugal
Region/subregion NE Atlantic: Macaronesia
Report date 2026-01-14 17:07:17

Azores Subdivision (AMA-PT-SD-AZO)

Regional assessment area
Component MRUs
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
GES component
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
D1F
Feature
Coastal fish
Coastal fish
Deep-sea fish
Deep-sea fish
Deep-sea fish
Deep-sea fish
Deep-sea fish
Deep-sea fish
Deep-sea fish
Deep-sea fish
Demersal shelf fish
Pelagic shelf fish
Element
Bodianus scrofa
Mycteroperca fusca
Centrophorus granulosus
Centrophorus squamosus
Dalatias licha
Deania calcea
Deania profundorum
Dipturus batis
Etmopterus pusillus
Etmopterus spinax
Epinephelus marginatus
Galeorhinus galeus
Element extent
Trend element
Element 2
Element source
Criterion
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
D1C1
Parameter
Other
Other
Other
Other
Other
Other
Other
Other
Other
Other
Other
Threshold value upper
Threshold value lower
Threshold value operator
Threshold qualitative
Threshold value source
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
MS in (sub)region
Value achieved upper
0.018
0.018
0.576
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1.306
1.924
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17.906
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0.029
Value achieved lower
0.011
0.022
0.967
0.022
0.2
Value unit
Proportion threshold value
Proportion value achieved
Proportion threshold value unit
Trend parameter
Stable
Stable
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Stable
Unknown
Unknown
Unknown
Stable
Parameter achieved
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Description parameter
3 indivíduos capturados em redes de emalhar registados em 2021 pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
3 indivíduos capturados em redes de emalhar registados em 2021 pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
70, 7 e 21 indivíduos capturados em palangre de fundo registados em 2017, 2018 e 2021, respetivamente, pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
1 indivíduo capturado em palangre de fundo registado em 2017, pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
2 indivíduos capturados em linha de mão registados em 2017; 178 e 44 indivíduos capturados em palangre de fundo registado em 2017 e 2018, respetivamente, pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
87 indivíduos capturados em linha de mão registados em 2017, 58, 70 e 199 indivíduos capturados em palangre de fundo registado em 2017, 2018 e 2021, respetivamente, pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
Não se registaram ocorrências de captura acidental nos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
2 indivíduos capturados em linha de mão registados em 2018; 13 indivíduos capturados em palangre de fundo registados em 2018, pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
18 indivíduos capturados em linha de mão registados em 2017; 2413, 69, 562 indivíduos capturados em palangre de fundo registados em 2018, 2019 e 2021, respetivamentre, pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
3 indivíduos capturados em redes de emalhar registados em 2021 pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
5 indivíduos capturados em redes de emalhar registados em 2018 pelos vários programas de observação de pesca dos Açores (Fonte: dados reportados ao ICES WG BYC 2017-2021). O valor reportado corresponde à taxa de captura (ie, a razão entre o número de indivíduos capturados e o número de viagens de monitorização observadas).
Related indicator
Criteria status
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Description criteria
As capturas acidentais e respetivas taxas, nos vários métiers analisados, com base nos dados dos programas de observação de pesca comercial, são muito baixas ou nulas, pelo que é razoável inferir que a taxa de mortalidade associada à pressão antropogénica da pesca acidental será também reduzida
As capturas acidentais e respetivas taxas, nos vários métiers analisados, com base nos dados dos programas de observação de pesca comercial, são muito baixas ou nulas, pelo que é razoável inferir que a taxa de mortalidade associada à pressão antropogénica da pesca acidental será também reduzida
Taxa de captura acidental expressiva muito provavelmente associada a elevada mortalidade no palangre de profundidade. Não é possível avaliar devido à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
Taxa de captura acidental reduzida, embora não seja possível avaliar devido a prováveis identificações erradas da espécie, à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
Taxa de captura acidental expressiva muito provavelmente associada a elevada mortalidade no palangre de profundidade. Não é possível avaliar devido à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
Taxa de captura acidental expressiva muito provavelmente associada a elevada mortalidade no palangre de profundidade. Não é possível avaliar devido à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
Não existem registos de captura acidental desta espécies, embora não seja possível avaliar devido a prováveis identificações erradas da espécie, à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
Taxa de captura acidental reduzida, embora não seja possível avaliar devido a prováveis identificações erradas da espécie, à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
Taxa de captura acidental expressiva muito provavelmente associada a elevada mortalidade no palangre de profundidade. Não é possível avaliar devido à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
Taxa de captura acidental expressiva muito provavelmente associada a elevada mortalidade no palangre de profundidade. Não é possível avaliar devido à inexistência de limiares, definição de BEA e de estimativas populacionais para a espécie.
As capturas acidentais e respetivas taxas, nos vários métiers analisados, com base nos dados dos programas de observação de pesca comercial, são muito baixas ou nulas, pelo que é razoável inferir que a taxa de mortalidade associada à pressão antropogénica da pesca acidental será também reduzida
As capturas acidentais e respetivas taxas, nos vários métiers analisados, com base nos dados dos programas de observação de pesca comercial, são muito baixas ou nulas, pelo que é razoável inferir que a taxa de mortalidade associada à pressão antropogénica da pesca acidental será também reduzida
Element status
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Description element
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Source assessment feature
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
  • Not applicable
Reporting method feature
Type D
Type D
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Type D
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Trend feature
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
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Unknown
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Unknown
Unknown
Integration rule type parameter
Integration rule description parameter
Integration rule type criteria
Integration rule description criteria
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
Não existe presentemente definição de Bom Estado Ambiental para os peixes marinhos dos Açores, ou limiares definidos para avaliar este grupo funcional para os vários critérios nos Açores. Devido às grandes lacunas de conhecimento, limitação dos dados existentes e tendo em conta a opinião dos peritos, a informação disponível é insuficiente e não é apropriada para uma abordagem quantitativa e para a avaliação do BEA.
GES extent threshold
GES extent achieved
GES extent unit
GES achieved
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Description overall status
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Indicador AMA-PT-AZO-F-BYC-BR - FishBycatch O critério D1C1 aplica-se às espécies de peixes não exploradas para fins comerciais consideradas em risco por captura acessória. Segundo a Decisão (EU) 2017/848, a lista de espécies de peixes a avaliar em relação a este critério deve ser definida através de cooperação regional ou sub-regional. Na sua ausência, foi feita uma análise do Quadro 1D da Decisão (UE) 2016/1251, que define as espécies a monitorizar no âmbito de programas de proteção na União ou por força de obrigações internacionais, essencialmente peixes cartilagíneos de profundidade. A informação disponível é a taxa de ocorrência de cada espécie, como captura acessória nas operações de pesca analisadas e não a taxa de mortalidade devido às capturas acessórias (Fauconnet et al., 2019). A probabilidade de sobrevivência dos indivíduos rejeitados após libertação permanece desconhecida para a maioria das espécies pescadas nos Açores e não foi considerada neste estudo. É necessário preencher esta lacuna de informação para que a gestão se baseie em estimativas mais precisas da mortalidade por pesca e sejam aferidos os impactos das rejeições no ecossistema. Fauconnet, L., C. K. Pham, A. Canha, P. Afonso, H. Diogo, M. Machete, H. M. Silva, F. Vandeperre, and T. Morato. """"An overview of fisheries discards in the Azores."""" Fisheries research 209 (2019): 230-241.
Assessments period
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
2016-2021
Related pressures
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
Related targets
Test TV
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
Test results
Correct
Correct
Correct
Correct
Correct
Correct
Correct
Correct
False
Correct
Correct
Correct

Madeira subdivision (AMA-PT-SD-MAD)

Regional assessment area
Component MRUs
GES component
D1F
D1F
D1F
D1F
Feature
Coastal fish
Coastal fish
Coastal fish
Coastal fish
Element
Bodianus scrofa
Epinephelus marginatus
Pagrus pagrus
Serranus atricauda
Element extent
Trend element
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Element 2
Element source
National
National
National
National
Criterion
D1C2
D1C2
D1C2
D1C2
Parameter
Abundance
Abundance
Abundance
Abundance
Threshold value upper
Threshold value lower
Threshold value operator
Threshold qualitative
Threshold value source
Value achieved upper
0.009
0.023
0.02
0.015
Value achieved lower
0.005
0.01
0.005
0.007
Value unit
individuals/m2
individuals/m2
individuals/m2
individuals/m2
Proportion threshold value
Proportion value achieved
Proportion threshold value unit
Trend parameter
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Parameter achieved
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Description parameter
Os dados apresentados correspondem ao género Pagrus (várias espécies)
Related indicator
  • AMA-PT-MAD-D1-BYC
  • AMA-PT-MAD-D1-BYC
  • AMA-PT-MAD-D1-BYC
  • AMA-PT-MAD-D1-BYC
Criteria status
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Description criteria
Os dados existentes e a inexistência de valores limiares definidos, não permite avaliar o estado do critério.
Os dados existentes e a inexistência de valores limiares definidos, não permite avaliar o estado do critério.
Os dados existentes e a inexistência de valores limiares definidos, não permite avaliar o estado do critério.
Os dados existentes e a inexistência de valores limiares definidos, não permite avaliar o estado do critério.
Element status
Unknown
Unknown
Unknown
Unknown
Description element
Os dados existentes não permitem efetuar a avaliação do BEA da espécie.
Os dados existentes não permitem efetuar a avaliação do BEA da espécie.
Os dados existentes não permitem efetuar a avaliação do BEA da espécie.
Os dados existentes não permitem efetuar a avaliação do BEA da espécie.
Source assessment feature
  • MSFD
  • MSFD
  • MSFD
  • MSFD
Reporting method feature
Type D
Type D
Type D
Type D
Trend feature
Not assessed
Not assessed
Not assessed
Not assessed
Integration rule type parameter
Not relevant
Not relevant
Not relevant
Not relevant
Integration rule description parameter
Não foi efetuada integração dos parâmetros.
Não foi efetuada integração dos parâmetros.
Não foi efetuada integração dos parâmetros.
Não foi efetuada integração dos parâmetros.
Integration rule type criteria
Not relevant
Not relevant
Not relevant
Not relevant
Integration rule description criteria
Nenhum critério foi avaliado para as espécies de peixes definidas.
Nenhum critério foi avaliado para as espécies de peixes definidas.
Nenhum critério foi avaliado para as espécies de peixes definidas.
Nenhum critério foi avaliado para as espécies de peixes definidas.
GES extent threshold
GES extent achieved
GES extent unit
GES achieved
GES later than 2024, Art14ExceptionNotReported
GES later than 2024, Art14ExceptionNotReported
GES later than 2024, Art14ExceptionNotReported
GES later than 2024, Art14ExceptionNotReported
Description overall status
À data da presente avaliação, não existe informação que permita avaliar o BEA das espécies de aves marinhas.
À data da presente avaliação, não existe informação que permita avaliar o BEA das espécies de aves marinhas.
À data da presente avaliação, não existe informação que permita avaliar o BEA das espécies de aves marinhas.
À data da presente avaliação, não existe informação que permita avaliar o BEA das espécies de aves marinhas.
Assessments period
2016-2023
2016-2023
2016-2023
2016-2023
Related pressures
  • Disturbance of species (e.g. where they breed, rest and feed) due to human presence
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Disturbance of species (e.g. where they breed, rest and feed) due to human presence
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Disturbance of species (e.g. where they breed, rest and feed) due to human presence
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
  • Disturbance of species (e.g. where they breed, rest and feed) due to human presence
  • Extraction of, or mortality/injury to, wild species (by commercial and recreational fishing and other activities)
Related targets
  • MAD.M1
  • MAD.M1
  • MAD.M1
  • MAD.M1
Test TV
NA
NA
NA
NA
Test results
Correct
Correct
Correct
Correct