Member State report / Art9-2024 / 2024 / D1-F / Portugal / NE Atlantic: Macaronesia

Report type Member State report to Commission
MSFD Article Art9
Report due 2024-10-15
GES Descriptor D1 Fish
Member State Portugal
Region/subregion NE Atlantic: Macaronesia
Report date 2026-01-14 17:07:17

GES component
D1C1
D1C1
D1C1; D1C2; D1C3
D1C1; D1C2; D1C3
D1C1; D1C2; D1C3
D1C1; D1C2
D1C1; D1C2; D1C3
D1C1; D1C2; D1C3
D1C1; D1C2; D1C3; D1C4; D1C5
D1C1; D1C2; D1C3; D1C4; D1C5
Marine reporting units
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-AZO
  • AMA-PT-SD-MAD
  • AMA-PT-SD-MAD
  • AMA-PT-SD-MAD
  • AMA-PT-SD-MAD
  • AMA-PT-SD-MAD
Features
  • Coastal/shelf cephalopods
  • Deep-sea cephalopods
  • Coastal fish
  • Commercially exploited fish and shellfish
  • Deep-sea fish
  • Demersal shelf fish
  • Pelagic shelf fish
  • Turtles
  • Benthic-feeding birds
  • Pelagic-feeding birds
  • Surface-feeding birds
  • Baleen whales
  • Deep-diving toothed cetaceans
  • Small toothed cetaceans
  • Benthic-feeding birds
  • Pelagic-feeding birds
  • Surface-feeding birds
  • Baleen whales
  • Deep-diving toothed cetaceans
  • Seals
  • Small toothed cetaceans
  • Turtles
  • Coastal/shelf cephalopods
  • Deep-sea cephalopods
  • Coastal fish
  • Deep-sea fish
  • Demersal shelf fish
  • Pelagic shelf fish
GES description
GES not determined at sub-regional level as laid down in Article 3 (5) (b) of the MSFD. The description of Decision (EU) 2017/848 continued. The mortality rate per species due to by-catches of commercially-exploited cephalopod species is below the levels that put the species at risk and its long-term viability is ensured.
BEA não determinado a nível sub-regional como estabelecido na alínea b) do n.º 5 do art. 3.º da DQEM. Manteve-se a descrição da Decisão (UE) 2017/848. A taxa de mortalidade por espécie devido às capturas acessórias das espécies de peixes não exploradas para fins comerciais situa-se abaixo dos níveis que põem a espécie em risco, pelo que a sua viabilidade a longo prazo está assegurada.
O BEA é atingido se: a taxa de mortalidade por captura acidental não alcança níveis que comprometam a viabilidade das populações (D1C1); a abundância de tartarugas marinhas mantém-se a um nível que assegura a sua sustentabilidade dentro da sub-região (D1C2); e se Índice de Condição Corporal das tartarugas marinhas é consistente com uma população em BEA (D1C3).
O BEA de cada grupo de espécies é atingido se: a captura acidental de aves marinhas não aumentar (D1C1); se a dimensão média da população num período de 6 anos não sofre um declínio significativo em relação ao anterior período de avaliação (considerando as flutuações naturais) (D1C2); e se o sucesso reprodutor não sofrer reduções significativas em relação à média dos últimos 10 anos em, pelo menos 3 de 5 anos, sendo que a taxa média de sobrevivência não deverá ser significativamente inferior a 0,9 (D1C3).
O BEA é atingido se: o número de mamíferos marinhos capturados for inferior a 1% da melhor estimativa de abundância (D1C1); o tamanho da população de mamíferos marinhos se mantiver acima do valor de referência, sem uma redução observada ou estimada ≥10% num período de 20 anos (D1C2); e se a taxa de sobrevivência da população não for afetada negativamente pelas atividades antropogénicas e a sua viabilidade a longo prazo está assegurada (D1C3).
O BEA é atingido para cada uma das espécies, tendo por base os critérios D1C1 e D1C2, e em alguns casos o D1C3. O BEA é atingindo se os níveis de captura acidental estimados com base em taxas de captura e esforço de pesca não afetarem a longo-prazo as populações ou não existirem evidências de captura acidental, em particular, caso a espécie faça parte da lista de espécies ameaçadas ou em declínio, e a dimensão média da população num período de 6 anos não sofrer um declínio significativo quando comparado com o período anterior de 6 anos (tendo em conta as flutuações naturais).
BEA definido ao nível da sub-região da Macaronésia. O BEA de cada uma das espécies é atingido se os níveis de captura acidental se mantiverem abaixo do limite de 1% da melhor estimativa da abundância, sendo que o tamanho da população de cada espécie deve manter-se acima do valor de referência, sem uma redução observada ou estimada ≥10% num período de 20 anos (D1C2) e se a taxa de sobrevivência da população não é afetada negativamente pelas atividades antropogénicas e a sua viabilidade a longo prazo estiver assegurada (D1C3).
O BEA define-se para cada uma das espécies de tartarugas marinhas considerando o D1C1; D1C2; D1C3: O BEA é atingido quando: a taxa de mortalidade por espécie devido às capturas acessórias situa-se abaixo dos níveis que põem a espécie em risco, pelo que a sua viabilidade a longo prazo está assegurada; - a abundância se mantém a um nível que assegura a sua sustentabilidade dentro da sub-região; - o índice de condição corporal é consistente com uma população em bom estado ambiental.
O BEA para o Tema dos Cefalópodes não foi determinado a nível da sub-região.
O BEA para o Tema dos Peixes não foi determinado a nível da sub-região. O BEA será atingido quando é a abundância e parâmetros populacionais estão em níveis que garantam a sua viabilidade a longo prazo, sem comprometer a integridade dos ecossistemas e as espécies de peixes ocupam a sua área de distribuição natural, sem retrações significativas devido a pressões humanas (associar aos habitats bentónicos e pelágicos).
Determination date
202503
202503
202503
202504
202503
202503
202503
202503
202503
202503
Update type
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
DeterminationNew
Justification for non-use of criterion
As espécies consideradas no PMo não são alvo de captura acessória (D1C1), pelo que este critério não deverá aplicar.
Justification for delay in setting EU/regional requirements
Dados insuficientes. Não é possível estabelecer limiares para a sub-região para cefalópodes costeiros e de profundidade.
Dados insuficientes. Não é possível estabelecer limiares para a sub-região para FishCoastal; FishPelagicShelf; FishDemersalShelf; FishDeepSea Coastal.
Dados insuficientes. Metodologias de avaliação do D1C1 em discussão no Expert network Marine Turtles e OSPAR STEG Sea turtles Expert Group. Definição de BEA estabelecida ao nível da região biogeográfica da Macaronésia através do projeto MISTIC SEAS II.
Metodologias de avaliação do D1C1 em discussão no MSFD Biodiversity Expert network e OSPAR JWGBIRD Joint Working Group on Birds. Definição de BEA estabelecida ao nível da região biogeográfica da Macaronésia através do projeto MISTIC SEAS II.
No caso da avaliação do critério D1C1, refere-se que sem a taxa de sobrevivência dos indivíduos libertados vivos após captura acidental, apenas se pode aferir a taxa de captura acidental e não a taxa de mortalidade por captura acessória na subdivisão Açores. Além disso, não se considera apropriado avaliar o critério D1C4 uma vez que os cetáceos são espécies altamente móveis, e não existem metodologias de avaliação do critério D1C5. Definição de BEA estabelecida ao nível da região biogeográfica da Macaronésia através do projeto MISTIC SEAS II.
O BEA não é avaliado ao nível da feature (grupos funcionais), mas ao nível de cada uma das espécies (elemento). Metodologias de avaliação do D1C1 em discussão no MSFD Biodiversity Expert network e OSPAR JWGBIRD Joint Working Group on Birds. A nível da Macaronésia deverá considerar-se os resultados do projeto Mistic Seas II (Macaronesia Roof Report).
O BEA não é avaliado ao nível da feature (grupos funcionais), mas ao nível de cada uma das espécies (elemento). Não se considera apropriado avaliar o critério D1C4 uma vez que os cetáceos são espécies altamente móveis, e não existem metodologias de avaliação do critério D1C5. A nível da Macaronésia deverá considerar-se os resultados do projeto Mistic Seas II (Macaronesia Roof Report).
O BEA não é avaliado ao nível da feature (grupos funcionais), mas ao nível de cada uma das espécies (elemento). Metodologias de avaliação do D1C1 em discussão no Expert network Marine Turtles e OSPAR STEG Sea turtles Expert Group. Os níveis de densidade deste grupo na subdivisão não permitem avaliar os critérios D1C2 e D1C4 e o D1C5 não se considera adequado para as tartarugas marinhas oceânicas (MSII- Macaronesia Roof Report). A nível da Macaronésia deverá considerar-se os resultados do projeto Mistic Seas II.
O BEA deverá ser avaliado ao nível da feature (grupos funcionais).
O BEA deverá ser avaliado ao nível da feature (grupos funcionais, fazendo a integração das espécies selecionadas). A determinação do BEA deverá atender às características populacionais das espécies selecionadas e à condição dos habitats. As espécies consideradas no PMo não são alvo de captura acessória. Não obstante existe alguma pesca direcionada (baixo volume comercial).