Member State report / Art8-2024 / 2024 / D2 / Portugal / NE Atlantic: Macaronesia
| Report type | Member State report to Commission |
| MSFD Article | Art8 |
| Report due | 2024-10-15 |
| GES Descriptor | D2 Non-indigenous species |
| Member State | Portugal |
| Region/subregion | NE Atlantic: Macaronesia |
| Report date | 2026-01-14 17:07:17 |
Azores Subdivision (AMA-PT-SD-AZO)
Regional assessment area |
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Component MRUs |
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GES component |
D2
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D2
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D2
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D2
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D2
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D2
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D2
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D2
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Feature |
Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Element |
Branchiomma luctuosum |
Ficopomatus enigmaticus |
Halimeda incrassata |
Lophocladia trichoclados |
Mycale (Carmia) |
Neoiziella divaricata |
Polititapes aureus |
Rugulopteryx okamurae |
Sycon ancora |
Element extent |
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Trend element |
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Element 2 |
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Element source |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
Criterion |
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Parameter |
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Threshold value upper |
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Threshold value lower |
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Threshold value operator |
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Threshold qualitative |
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Threshold value source |
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Value achieved upper |
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Value achieved lower |
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Value unit |
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Proportion threshold value |
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Proportion value achieved |
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Proportion threshold value unit |
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Trend parameter |
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Parameter achieved |
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Description parameter |
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Related indicator |
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Criteria status |
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Description criteria |
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Element status |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Description element |
Ano de introdução: 2016-2017; Espécie Ocasional; Potencialmente Invasora; Ilhas (Te, SMi, SMa); Ref.: ICES, 2018;
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Ano de introdução: 2016; Espécie Ocasional (circunscrito); Invasora; Ilhas (Te); Ref.: ICES, 2018; Costa et al., 2019
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Ano de introdução: 2016; Espécie Abundante (circunscrita); Potencialmente Invasora; Ilhas (SMa); Ref.: ICES, 2018; Ana Costa and Manuela Parente (Personal communication)
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Ano de introdução: 2016; Espécie Ocasional; Potencialmente Invasora; Ilhas (Fa, SMI, SMa); Ref.: ICES, 2018; Ana Costa and Manuela Parente (Personal communication)
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Ano de introdução: 2017; Espécie Rara; Ilhas (SMi); Ref.: ICES, 2018; Ana Costa (Personal communication)
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Ano de introdução: 2020; Espécie Rara; Ilhas (Fa, SMi, SMa); Ref.: Neto et al. 2020
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Ano de introdução: 2017; Espécie Abundante (circunscrita); Ilhas (SJ); Ref.: Morton & Leung 2018
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Ano de introdução: 2019; Espécie Dominante; Invasora de Alto Risco; Ilhas (Açores); Ref.:Faria et al. 2022
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Sycon ancora: Ano de introdução: 2017; Espécie Rara; Ilhas (SMi); Ref.: Pearse 2017
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Source assessment feature |
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Reporting method feature |
Type D |
Type D |
Type D |
Type D |
Type D |
Type D |
Type D |
Type D |
Type D |
Trend feature |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Integration rule type parameter |
Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Integration rule description parameter |
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Integration rule type criteria |
Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Integration rule description criteria |
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GES extent threshold |
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GES extent achieved |
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GES extent unit |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
GES achieved |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Unknown |
Description overall status |
Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Uma recente compilação de NIS nos Açores reporta um total de 66 espécies, sobretudo macroalgas, tunicados, briozoários e artrópodes com proveniência nas zonas de Austrália/ Nova Zelândia e Noroeste Pacífico (Castro et al. 2022) no entanto Faria et al. (2023) identificam 77 espécies não indígenas introduzidas nos açores desde 1800 até 2021, sendo que 9 destas espécies foram introduzidas neste 3º ciclo de reporte (2016 a 2021; critério D2C1).
Segundo os mesmos autores, destes novos registos 3 são raros: Mycale (carmia) sp., Neoiziella divaricata e Sycon ancora; 3 são de ocorrência Ocasional: Ficopomatus enigmaticus, Branchiomma luctuosum, Lophocladia trichoclados, a 1ºcircunscrita à ilha Terceira. Duas espécies consideradas abundantes, estão ambas circunscritas a uma ilha: Halimeda incrassata (ilha de Santa Maria) e Polititapes aureus (ilha de São Jorge), e finalmente 1 espécie classificada como ‘invasora de alto risco’, a Rugulopterix okamurae, que se tornou dominante e ocorre hoje no mar em redor de todas as ilhas dos Arquipélago. Em relação ao valor limiar, e considerando as recomendações atuais em Tsiamis et al (2021), deverá considerar-se para determinar o valor limiar, 50% do valor médio de novos registos para os últimos ciclos de referência. Assim, utilizando o proposto, temos um valor limiar de 4,75 ou seja de forma conservadora, um total de 4 espécies para um ciclo de 6 anos. (Costa, A, comunicação pessoal). Considerando o limiar estabelecido no reporte inicial, menos de 10 novas introduções em cada ciclo considerar-se-ia que o BEA foi atingido, no entanto à luz da nova proposta de limiar (<4 novas NIS por ciclo) verifica-se que o BEA nao foi atingido)
De referir que os trabalhos de monitorização e consequente informação utilizada não garantem a cobertura espacial da área de avaliação. Dada a insuficiência de informação sobre a abundância e distribuição das populações de NIS e consequente impacto nas espécies e habitats marinhos ameaçados da ZEE dos Açores os critérios D2C2 e D2C3 não foram avaliados.
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Assessments period |
2016-2021 |
2016-2021 |
2016-2021 |
2016-2021 |
2016-2021 |
2016-2021 |
2016-2021 |
2016-2021 |
2016-2021 |
Related pressures |
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Related targets |
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Test TV |
NA |
NA |
NA |
NA |
NA |
NA |
NA |
NA |
NA |
Test results |
False |
False |
False |
False |
False |
False |
False |
False |
False |
Madeira subdivision (AMA-PT-SD-MAD)
Regional assessment area |
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Component MRUs |
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D2
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D2
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D2
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D2
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D2
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Feature |
Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Newly-introduced non-indigenous species
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Element |
Amathia madeirensis |
Avrainvillea canariensis |
Bugula ingens |
Caulerpa ashmeadii |
Celleporaria brunnea |
Cradoscrupocellaria insularis |
Cronius ruber |
Eudendrium capillare |
Newly introduced non-indigenous species |
Paraleucilla dalmatica |
Parasmittina multiaviculata |
Rugulopteryx okamurae |
Scruparia ambigua |
Sycon caminatum |
Element extent |
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Trend element |
Unknown |
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Element 2 |
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Element source |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
National |
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Criterion |
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Parameter |
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Threshold value upper |
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Threshold value lower |
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Threshold value operator |
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Threshold qualitative |
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Threshold value source |
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Value achieved upper |
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Value achieved lower |
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Value unit |
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Proportion threshold value |
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Proportion value achieved |
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Proportion threshold value unit |
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Trend parameter |
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Parameter achieved |
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Description parameter |
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Related indicator |
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Criteria status |
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Description criteria |
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Element status |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Good |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Not assessed |
Description element |
Souto, J., Ramalhosa, P., Canning-Clode, J., 2018. Three non-indigenous species from Madeira harbors, including a new species of Parasmittina (Bryozoa). J Marine Biodiversity 48, 977-986. |
Ferreira, S.J., Silva, J.J.G., Araújo, R., 2018. Marine algae collection in the Herbarium of the Funchal Natural History Museum (MADM) with new records from the archipelago of Madeira. Boletim do Museu de História Natural do Funchal, LXVIII(352), 31-52.
Ribeiro, C., Neto, A., Moreu, I., Haroun, R., Neves, P., 2019. A new signal of marine tropicalization in the Macaronesia region: First record of the mesophotic macroalga Avrainvillea canariensis A. Gepp & ES Gepp in the Madeira archipelago. J Aquatic Botany 153, 40-43. |
Souto, J., Ramalhosa, P., Canning-Clode, J., 2018. Three non-indigenous species from Madeira harbors, including a new species of Parasmittina (Bryozoa). J Marine Biodiversity 48, 977-986. |
Ribeiro, C., Sauvage, T., Ferreira, S., Haroun, R., Silva, J., Neves, P., 2023. Crossing the Atlantic: The tropical macroalga Caulerpa ashmeadii Harvey 1858 as a recent settler in Porto Santo Island (Madeira archipelago, North-eastern Atlantic). J Aquatic Botany 184, 103595. |
Souto, J., Ramalhosa, P., Ferrario, J., Png-Gonzalez, L., Álvarez, S., Gestoso, I., Nogueira, N., Canning-Clode, J., 2023. New species and new records of bryozoan species from fouling communities in the Madeira Archipelago (NE Atlantic). J Marine Biodiversity 53, 49. |
Souto, J., Ramalhosa, P., Canning-Clode, J., 2018. Three non-indigenous species from Madeira harbors, including a new species of Parasmittina (Bryozoa). J Marine Biodiversity 48, 977-986. |
Schäfer, S., Monteiro, J., Castro, N., Rilov, G., Canning-Clode, J., 2019. Cronius ruber (Lamarck, 1818) arrives to Madeira Island: a new indication of the ongoing tropicalization of the northeastern Atlantic. J Marine Biodiversity 49, 2699-2707. |
Png-Gonzalez, L., Ramalhosa, P., Gestoso, I., Álvarez, S., Nogueira, N., 2021. Non-Indigenous Species on Artificial Coastal Environments: Experimental Comparison between Aquaculture Farms and Recreational Marinas. J Journal of Marine Science Engineering and Mining Journal 9, 1121. |
Na presente avaliação, entre 2016 e 2021, foram listadas um total de 13 espécies,Estas observações refletem, muito provavelmente, o aumento do esforço por parte da comunidade científica na investigação nas áreas da taxonomia e biogeografia dos organismos marinhos. Este aumento foi inferior ao registado no período de avaliação anterior (2012-2018), onde se registaram 18 novas espécies não-indígenas.
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Alvizu, A., Eilertsen, M.H., Xavier, J.R., Rapp, H.T., 2018. Increased taxon sampling provides new insights into the phylogeny and evolution of the subclass Calcaronea (Porifera, Calcarea). Organisms Diversity & Evolution 18, 279-290. |
Souto, J., Ramalhosa, P., Canning-Clode, J., 2018. Three non-indigenous species from Madeira harbors, including a new species of Parasmittina (Bryozoa). J Marine Biodiversity 48, 977-986;
Ramalhosa, P., I., G., Duarte, B., Caçador, I., Canning-Clode, J., 2019. Metal pollution affects native and non-indigenous biofouling recruitment in a subtropical island system. Mar. Pollut. Bull., 373-386. |
Bernal-Ibáñez, A., Chebaane, S., Sempere-Valverde, J., Faria, J., Ramalhosa, P., Kaufmann, M., Florido, M., Albert-Fonseca, A., Canning-Clode, J., Gestoso, I., 2022a. A worrying arrival: the first record of brown macroalga Rugulopteryx okamurae in Madeira Island and its invasive risk. J BioInvasions Records 11, 912-924. |
Souto, J., Ramalhosa, P., Ferrario, J., Png-Gonzalez, L., Álvarez, S., Gestoso, I., Nogueira, N., Canning-Clode, J., 2023. New species and new records of bryozoan species from fouling communities in the Madeira Archipelago (NE Atlantic). J Marine Biodiversity 53, 49. |
Alvizu, A., Eilertsen, M.H., Xavier, J.R., Rapp, H.T., 2018. Increased taxon sampling provides new insights into the phylogeny and evolution of the subclass Calcaronea (Porifera, Calcarea). Organisms Diversity & Evolution 18, 279-290. |
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Trend feature |
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Integration rule type parameter |
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Integration rule description parameter |
A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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A utilização de parâmetros não se aplica à avaliação desta feature.
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Integration rule type criteria |
Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Not relevant
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Integration rule description criteria |
Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Apenas existe um critério relacionado com esta feature, pelo que não há lugar a integração de critérios.
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Number of newly-introduced species |
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Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
Number of newly-introduced species |
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GES achieved by 2024 |
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Description overall status |
Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Na presente avaliação não se procedeu à avaliação do Descritor 2. Não obstante, relativamente ao critério primário D2C1, uma vez que não foram à data estabelecidos os limiares para o número de novas introduções de espécies não-indígenas, a nível regional ou sub-regional, considera-se que não se deve fazer a interpretação literal do critério, mas ainda assim, deve proceder-se à sua avaliação. Assim, o D2C1 encontra-se em BEA.
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Assessments period |
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